6 coisas que você precisa saber sobre clipping na hora de contratar o seu

Gerações de assessorias de comunicação acreditaram durante décadas que dava pra fazer um clipping com 3 ou 4 estagiários na equipe fazendo o trabalho pesado de leitura dinâmica dos principais impressos locais, uma goolgada mais refinadinha e audiência com atenção seletiva aos telejornais do horário nobre em busca de citações aos seus clientes. Muita coisa mudou… O monitoramento de mídias possibilita hoje muito maior abrangência de veículos, requer tecnologia e infraestrutura de captura e armazenamento de dados, propicia diversas formas de entrega e simplifica imensamente a vida do usuário final para que ele concentre sua energia em agir estrategicamente no seu business.

Confira o que mudou…

1. A avalanche de canais de comunicação e o crescimento exponencial do ‘quarto poder’ e do público consumidor em produzir informações e gerar ordas de audiência alavancaram o interesse pela prática e a sofisticação dos serviços de monitoramento. As tecnologias de busca de notícias no espaço ‘’cyberall’’ se desenvolveram e passaram a gerar grandes volumes de informações.

2. Os clippings passaram a ser recebidos por e-mail, smartphones, em boletins a jato, duas, três vezes ao dia. Notícias são armazenadas em plataformas com bancos de dados e catalogação criteriosa dos assuntos fornecendo insumos para análises instantâneas. Sim, inputs e insights instantâneos. Sem mensurar o impacto na mídia não dá. Mas se não tiver um time giga pra avaliar cada notícia com inteligência e agilidade, não se preocupe: use a inteligência artificial. Sim, o machine learning está aí pra ajudar.

3. A informação é objetiva, resumida. Não existe mais isso de ler um clipping com todas as notícias publicadas sobre sua empresa e seu mercado antes de começar o dia de trabalho (a não ser que seu expediente comece às 13h). Resenhas, sinopses e panoramas do clipping vão straight to the point.

4. Aprendemos que o volume é grande, precisa ser filtrado de maneira inteligente provendo agilidade, mas sem que você perca uma informação importante sequer. Já pensou? Perder justo aquela notícia furo que afetava os stakeholders e precisava de um posicionamento imediato e criterioso para salvar a reputação da sua empresa, do seu chefe ou o seu emprego?! O clipping tem que ser ágil e preciso. De nada adiantará uma equipe analítica, um sistema elaborado se não for preciso.

5. O objeto de pesquisa é agora não mais ligado somente à reputação das empresas e pessoas, mas também aos seus negócios, mercados e com uma motivação mais estratégica, ganhando amplitude nas organizações. Não interessa mais somente aos assessores de comunicação ou RP, mas o pessoal de atendimento, marketing, RH, logística também quer extrair do clipping informações fundamentais para seus processos de tomada de decisão. Hoje o clipping é parte integrante dos Sistemas de Business Inteligence das empresas, dedicados a coletar, classificar, analisar, avaliar e distribuir as informações de maneira precisa e oportuna para aqueles que tomam decisões de negócios.

Lembra daquele aspira na assessoria? Ele se atualizou, fez as pazes com o marketing e virou ‘analista de mídia,’ nas agências especializadas em clipping (sim, existe um mercado de clipping no Brasil e no mundo!). O analista combina ferramentas de search engine e taxonomia para comandar os bots que vasculham as redes, os jornais impressos (agora em formato digital), os telejornais e informativos das rádios (agora digitalizados e transcritos em texto por tecnologia de voice recognition) em busca de informação de interesse. O “clipador” também desenvolveu competências de análise de dados e interpretação da mídia, pois não dá pra ficar só no copy e cola.

E na sua empresa, como é o seu clipping? Faça um checklist sobre como a informação proveniente da mídia chega até os tomadores de decisão. Acesse aqui e veja o que o monitoramento de informação pode fazer pelo seu negócio.

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